Em 19 de abril deste ano, o IBAMA promoveu uma campanha sobre o tema “Denuncie o comércio ilegal de animais silvestres”, com objetivo de conscientizar os consumidores que adquirem estes animais através do mercado negro (tráfico).
Segundo o gestor ambiental, Leonardo Pavalli “os traficantes de animais silvestres capturam animais das regiões do Nordeste e norte do país. Onde a fiscalização e baixa, o território é vasto e não têm agentes suficientes para fiscalizar estes roubos contra a natureza”. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo são os principais estados para onde os animais são levados, pois, nestes estados existe um mercado clandestino aquecido e uma demanda muita alta por estas criaturas.
Muitas vezes, os animais silvestres que são retirados da floresta chegam aos estados de destino através de caminhões e ônibus interestaduais para dificultar a fiscalização. São escondidos em fundos de malas ou caixotes, sem ventilação, e ficam vários dias sem comer e sem beber.
O método como são retirados da natureza e levados para o destino, gera um índice de mortalidade muito grande. Pesquisa do próprio IBAMA, realizada em 2008, estima que de cada 10 animais que são capturados em seu habitat natural e preparados para serem enviados aos estados demandados, nove morram durante o percurso.Os animais silvestres mais comercializados no mercado clandestino são:
Muitas vezes, os animais silvestres que são retirados da floresta chegam aos estados de destino através de caminhões e ônibus interestaduais para dificultar a fiscalização. São escondidos em fundos de malas ou caixotes, sem ventilação, e ficam vários dias sem comer e sem beber.
O método como são retirados da natureza e levados para o destino, gera um índice de mortalidade muito grande. Pesquisa do próprio IBAMA, realizada em 2008, estima que de cada 10 animais que são capturados em seu habitat natural e preparados para serem enviados aos estados demandados, nove morram durante o percurso.Os animais silvestres mais comercializados no mercado clandestino são:
- Papagaios, periquitos, araras, micos, tartarugas, onças e tucanos.
Para sorte, destes animais quando o IBAMA os encontra e dependendo do estado de saúde, das condições ao qual foram submetidos, eles são destinados para centros de tratamento e reabilitação. Quando encontrados em bom estado de saúde, são enviados a zoológicos e locais do gênero na maioria das vezes que tem convênios com os programas de proteção ambiental do Governo Federal ou mesmo com o próprio IBAMA.
“Devemos, seja, enquanto sociedade ou organismos de proteção ambiental combater através de campanhas de conscientização nas ruas, na internet e em horários alternativos da televisão, a questão de se manter animais silvestres em jaulas e em locais errados, fazendo com que estes sofram em decorrência do espaço físico em que estão e vulneráveis a doenças” acrescentou o gestor ambiental da organização não governamental Ecoproteger, Leonardo Pavalli.


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